Custa muito dizer adeus. Custa muito assumir que certas coisas não foram feitas para acontecer. Custa achar que se lutava com sentido por algo que se pensava fazer sentido. Se calhar na verdade, a luta era nula, e apenas deambulava o ideal de uma luta - luta essa que nunca existiu, nem nunca teve como projecto existir.
As pessoas por vezes, são vãs. Vazias de intenção e de compreensão. Cheias apenas de si mesmo e dos seus egos.
A compreensão, é dividida - entre as partes que encetam a dita luta.
E no fim, resta muito pouco para celebrar.
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